o essencial
sábado, 8 de julho de 2017
Manuscrito ocultado por 2 mil anos pelo Vaticano revela: ''Os seres humanos tem poderes sobrenaturais''
Manuscrito ocultado por 2 mil anos pelo Vaticano revela: ''Os seres humanos tem poderes sobrenaturais'': Microscopicamente, não há nada natural, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos em um universo de vibrações e nossos corpos são constituídos de vibrações de energia que nós emanamos constantemente.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Narcisos e perversos
Narcisos e perversos
Levado ao extremo, o narcisismo fica longe do belo:
pode virar doença e eliminar vidas
Donald Trump humilhou muita gente
na televisão enquanto popularizava o bordão “you’re fired” (está demitido), no
programa “O Aprendiz”. Hoje candidato à presidência dos Estados Unidos, ele se
mantém fiel à falta de empatia com propostas como a de um muro para barrar
imigrantes, que seria pago pelo vizinho México. Fã de construções grandiosas,
tem um império: US$ 4,5 bilhões na avaliação da
“Forbes”, US$ 10 bilhões segundo ele mesmo. É vaidoso e
gosta de se gabar, tanto que muitos o consideram narcisista. Pior: um
narcisista perverso, como decretaram
psicólogos ouvidos pela revista “Vanity Fair” e como
sugere a petição online que defende
uma avaliação psicológica do candidato. Ficar sob o comando de alguém com
transtorno de personalidade narcisista é realmente um problema, mas não se
restringe ao eleitorado dos EUA: esse mal pode estar muito, muito perto de
você.
Todos conhecem gente com alguns
dos traços que caracterizam um narcisista perverso – para não dizer nós mesmos.
Estão alinhados com a sociedade do “eu”, que é calcada na ambição, conquista,
autoconfiança, autopromoção e autoestima. E na qual temos, literalmente sempre
à mão, uma ferramenta para registrar e mostrar à plateia nossos feitos, que
serão curtidos, comentados, compartilhados. Tudo isso engloba o narcisismo, mas
não necessariamente a doença: ela só existe quando cinco ou mais das
características descritas no DSM-5 (sigla em inglês para Manual Diagnóstico e
Estatístico de Transtornos Mentais) se manifestam de forma consistente a partir
da idade adulta. Sendo assim, aquele chefe que tanto se acha pode ser só um
babaca. Ou, de fato, um narcisista perverso, caso manipule pessoas e situações
a seu favor, acredite ser essencial para a existência da empresa (ou do
mercado) e humilhe quem está a sua volta para garantir destaque. Segundo o
manual, a incidência do problema pode ser maior entre os homens.
"Para essas pessoas, o céu é
o limite. Elas vão acabar com tudo o que significa a existência do outro, e o
efeito é devastador: uma das relações mais destruidoras que pode existir para
qualquer ser humano”, resume a psicóloga Silvia Malamud , especializada em
tratar vítimas de narcisistas perversos. É tão grave que, ao comparar
características desses agressores com as de um psicopata, a especialista cita
poucas diferenças. Basicamente, o psicopata não desiste do alvo, enquanto o
narcisista pode substituí-lo – não sem antes resistir ou abusar da manipulação.
“As ações do perverso também podem levar à morte. Ele vai eliminar tudo o que
constituiu o outro: sua moral, sua estética, seu trabalho e por aí vai. É comum
a vida da vítima entrar em colapso”.
Agradeça se nunca experimentou
esse extremo do narcisismo nas relações pessoais. No texto “Uma Violência Silenciosa: Considerações Sobre a
Perversão Narcísica”, o filósofo e psicanalista André Martins explica
que, nessa situação, o fortalecimento do ego do agressor passa pela
desvalorização do outro. A violência é velada, não assumida e negada pelo narcisista,
que dá um jeito de inverter papéis e fazer o outro se sentir culpado.
“Embora sempre tenha existido, essa perversão talvez encontre na cultura
contemporânea um terreno fértil, mais comum do que poderíamos supor. Não é
explícita, mas imiscui-se no dia a dia, nas pequenas relações, nos pequenos
atos, tendendo a passar despercebida”, explica, reforçando que a violência não
é necessariamente física e pode estender-se por um longo tempo.
O terreno fértil ao qual Martins
se refere passa pela crença de que é possível existir satisfação o tempo todo.
Em caso de revés, haverá sempre um atalho para sentir-se melhor - seja com
viagens, intervenções estéticas e, vá lá, filtros do Instagram. “Podemos pensar
no narcisismo como a busca da plenitude total, sem a existência de limites para
a satisfação. Mas não há como estar totalmente satisfeito sempre, isso é
ficção”, explica o psicanalista e professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo) Hemir Barição. “As pessoas estão fascinadas com soluções
que parecem livrá-las de um certo mal-estar. É como matar a fome com
gelatina: engana, mas por pouco tempo.”
Em longo prazo, diz o livro “The
Narcissism Epidemic” (“A Epidemia do Narcisismo” em tradução livre), esses
valores trazem consequências destruidoras: falsos ricos (atolados em dívidas),
falsas beldades (padrão atingido via plásticas e procedimentos estéticos),
falsos atletas (usuários de anabolizantes), falsas celebridades (reveladas por
reality shows e redes sociais), falsa sensação de que se é especial (educação
das crianças focada na autoestima) e falsos amigos (são centenas deles, mas só
no ambiente virtual). “Toda essa fantasia pode fazer nos sentirmos bem, mas,
infelizmente, a verdade sempre vence. Os empréstimos hipotecários e a resultante
crise financeira [de 2008] são apenas uma demonstração de como, no fim, desejos
pretensiosos acabam colidindo com a realidade”, afirma a obra.
A situação fica ainda mais grave
quando pessoas viram objetos para garantir a plenitude dos narcisistas: é a “objetificação”
do outro, o ato ilusório de enxergá-lo como uma ponte para o bem-estar. No
âmbito pessoal, se já houver uma pré-disposição, isso cria a relação de
opressor e oprimido que caracteriza o narcisismo perverso. Na esfera pública,
acredita Barição, o que se vê é uma sociedade sem culpa nem vergonha.
“Este é um dos sinais mais assustadores do funcionamento da nossa cultura.
Esses dois afetos têm a ver com o outro e sua ausência mostra que o enxergamos
como um objeto”, diz. “Como consequência, as pessoas ficam cínicas e
nunca acham que precisam reparar nada ou se desculpar por algo que fizeram. É a
lógica do ‘todo mundo faz, funciona assim’, tão recorrente na política.”
Você deve conhecer
relacionamentos que envolvam narcisistas perversos, embora o diagnóstico só
possa ser feito por especialistas. Na prática, não é o que acontece, e há
muitos relatos de pessoas que dizem ter sido vítimas deles – os depoimentos
frequentemente vêm de filhos ou da parte oprimida num relacionamento amoroso.
Na França, onde muito se fala sobre o tema, o transtorno acompanha a discussão
sobre assédio moral no ambiente de trabalho.
As histórias são semelhantes e
fazem parecer que os agressores seguem um manual. São atraentes e precisam
estar sempre em destaque – a vítima, ofuscada, servirá de “régua” para o
narcisista medir seu sucesso em áreas distintas. Nada está bom o bastante,
nunca. O que lhes falta de empatia existe de sobra na capacidade de
argumentação. O importante é manterem a posição dominante. Para isso, recorrem
à ameaça de abandono, à sedação emocional (assumem uma personalidade adorável
para retomar o controle) e ao gaslighting (distorções ou invenções para fazer a
vítima duvidar dela mesma, chegando a questionar sua sanidade).
Se parece existir um código de
conduta para os narcisistas perversos, o mesmo pode se dizer de seus alvos. Não
são pessoas frágeis, pelo contrário. André Martins as descreve como fortes,
cheias de vida e propensas a enxergar a violência como um desafio para
transformar o outro. “O paradoxo é que ela se enreda justamente por julgar-se
forte e capaz de superar o sofrimento vindo da agressão injusta [...]. Quanto
mais o agressor se torna maldoso em suas palavras, mais a vítima fica
solícita, se adapta, cede, se restringe.”
Trata-se de um acordo inconsciente
entre as partes, que funciona em looping. O agressor dá a entender que ama a
vítima. Seu comportamento alterna entre seduzi-la e agredi-la – na segunda
opção, usa macetes de manipulação para criar um consenso de que foi “porque
mereceu”. O oprimido vê na relação uma forma de suprir carências e se considera
capaz de, um dia quem sabe, ganhar o tão esperado reconhecimento. “Quando é
bom, é bom demais. Quando é ruim, é o pior dos mundos. O perverso narcisista
identifica qual a carência daquela pessoa para tirar pedaços, como uma erva
daninha”, compara Silvia.
Pela forma sutil e manipuladora
como a situação se desenvolve, o alvo pode demorar muito para identificar o
problema – se acontece, é porque o absurdo da situação chegou ao limite. O
narcisista, desprovido de empatia e imerso numa cultura em que “se achar” está
liberado, raramente tem dimensão da crueldade de seus atos – até por
isso os depoimentos sobre a agressão vêm da outra parte. No livro
“Sequestradores de Alma, Guia de Sobrevivência”, a autora Silvia Malamud conta
a história de Vera (nome fictício), uma paciente que acredita ter sido salva
por um câncer de mama. Foi só durante o tratamento do tumor que ela percebeu o
comportamento narcisista do parceiro com quem se relacionou por 16 anos: ele
chegou a reclamar explicitamente que a doença da mulher o havia tirado do
centro das atenções.
Em uma rara exceção, um estudo realizado em 2011 por quatro universidades
norte-americanas traçou o perfil de uma mulher de 85 anos
diagnosticada, via testes e entrevistas, como narcisista perversa. A conclusão
é que as relações pessoais serviam apenas como combustível para alimentar seu
narcisismo, e o sentimento de superioridade impedia a criação de laços afetivos.
Mas a falsa convicção de ter uma “vida incrível” não a deixava perceber
qualquer problema de relacionamento. “Nunca amei ninguém como a mim mesma”,
disse a idosa, mãe de uma filha com quem, à época do estudo, mantinha contato
frequente.
Não há um consenso sobre a causa
do transtorno, mas o ambiente e forma de criação podem favorecer seu
surgimento. No caso da idosa, os pesquisadores apontam grande instabilidade
familiar: ela perdeu o pai quando criança e, aos 18 anos, já tinha vivido com a
mãe e dois irmãos em 15 casas. Nesse período, também estudou em 20 escolas
diferentes. Nem todos em situação semelhante desenvolverão a perversão, claro.
Mas a cultura contemporânea não condena atitudes compatíveis com a patologia:
se houver uma pré-disposição para ela existir, o ambiente se mostrará
favorável.
O tratamento da perversão é
considerado muito desafiador, se não impossível, porque o narcisista não tem
consciência do problema – afinal, tudo nele é incrível. Dificilmente procura
ajuda psicológica e, quando o faz, é para convencer a vítima que está disposto
a mudar. A tendência é abandonar rapidamente o tratamento, não sem antes
tentar convencer que é o verdadeiro injustiçado. Sendo assim, a
responsabilidade pelo fim dos abusos fica a cargo dos alvos, o que torna a
situação ainda mais cruel: cabe a eles, já fragilizados, identificar os
mecanismos de controle e encontrar maneiras para se livrar do problema. Uma
mudança certamente desafiadora, mas não menos do que tentar sempre agradar a um
dominador.
Apesar de assustadores, os casos
de perversão são exceção. Regra é o narcisismo do cotidiano, no qual estamos
imersos, que podemos suavizar se adotarmos uma abordagem diferente diante da
insatisfação. “Se outras gerações eram muito conformistas, a tolerância agora é
muito baixa. O nível de sofrimento que as pessoas suportam é pequeno. É preciso
resistir a esse movimento quase compulsivo frente a um conflito, de recorrer
rapidamente a uma saída, e examinar o desconforto. Saber dosá-lo para ver até
onde ele pode nos levar e não apenas encontrar paliativos”, afirma Barição. É
entender que gelatina não mata fome. E rever o tão disseminado estilo de vida
narcisista, que pode levar a consequências muito mais graves do que a enxurrada
de selfies em sua timeline.
Fonte: site uol.com.br
domingo, 17 de julho de 2016
sexta-feira, 8 de julho de 2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
A teoria dos setênios
De 7 em 7 anos a sua vida muda completamente:
você precisa conhecer essa teoria
A teoria dos setênios é um dos pilares da
antroposofia, linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que
estabelece uma espécie de "pedagogia do viver" do ser humano,
interagindo com todo o universo. Dentro desse pensamento filosófico há a ideia
de ver a vida de forma cíclica, a partir da observação dos ritmos da natureza,
divididos em fases de sete anos.
O que são os setênios
O número 7 é, por natureza, um número místico
dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. Dessa forma, os
ciclos da natureza também respeitam uma subdivisão possível de múltiplos de 7.
Nos três primeiros ciclos, que compreendem dos 0 a 21 anos, chamados
"setênios do corpo", é quando se amadurece o corpo físico e também
acontece a formação da personalidade.
Os três ciclos seguintes, dos 21 aos 42 anos, são conhecidos como "setênios da alma". É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, a pessoa se insere na sociedade e faz as escolhas. Só a partir dos 42 anos, nos últimos setênios, há usufruto da vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.
No caso das mulheres, a divisão por setênios ajuda a entender os processos do feminino, que vão do amadurecimento à capacidade reprodutiva até a menopausa, quando as forças da reprodução se transformam em força do pensar mais ligadas à introspecção, possibilitando uma ampla visão de vida. A seguir, conheça um pouco das características de cada setênio.
Dos 0 as 7 anos de idade: ninho
Interação entre o individual (adormecido) e o
hereditário. Há ainda o encontro entre a parte espiritual da individualidade e
a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno. A
hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º setenio, pela ação
das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira. Nessa
idade, porém, a presença da mãe é fundamental, até que aos sete anos a criança
se torne autônoma.
Dos 7 aos 14 anos: troca
Começam a surgir os dentes permanentes e os órgãos
do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão),
amadurecem. É nesta fase que o mundo externo aparece e, se descobre como se
manifestar nesse mundo. Esquematizando de forma gráfica este movimento, há
forças entrando e forças saindo. A característica desse setênio é a troca.
Dos 14 aos 21 anos: puberdade/adolescência e crise
de identidade
A mulher começa a menstruar e o homem se torna
fértil. Essa é a fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico
da infância e entra no mundo terreno. Ele se torna cidadão terrestre,
coparticipante da cidadania, de seu lugar, sociedade, e do mundo.
Dos 21 aos 28 anos: limites
Músculos e ossos estão fortes e homem e mulher
atingem o ápice da fertilidade. Como se inicia a fase da alma, surge a emoção e
dúvidas como: "Escolhi a profissão certa? Quais talentos e aptidões eu
deixei para trás? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a
família e comigo mesma?"
Dos 28 aos 35 anos: fase organizacional
O baço-pâncreas não sustenta mais a carne e o rosto
começa a enrugar. Nesta fase vem a crise do talento: "Será que estou no
caminho? Qual o caminho a seguir?" Também há questões sobre intelecto e
índole próprios: "Ocorreu alguma mudança importante na minha vida nos
últimos tempos?"
Dos 35 aos 42 anos: crise de autenticidade
O fígado perde metade de suas funções e o cabelo
começa a cair e esbranquecer. É a fase da alma e da consciência. As perguntas
são: "O que farei daqui pra frente, agora que já passou metade da vida?
Acrescentei novos valores à minha vida? Encontrei minha missão?"
Dos 42 aos 49 anos: altruísmo x manter a fase
expansiva
Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o
sangue, o rosto se torna descolado, a andropausa e a menopausa chegam nesse
setênio. "Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Como está meu
casamento? E meus relacionamentos, a relação com meus filhos? Estou procurando
ou já encontrei um novo lazer para esta fase?"
Dos 49 aos 56 anos: ouvir o mundo
A vitalidade declina, a energia dos rins e do
fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas. Vem a
fase inspirativa ou moral, e com isso, as perguntas: "Consegui encontrar
um novo ritmo de vida? Como está meu ritmo anual, mensal, semanal e
diário?"
Dos 56 aos 63 anos: abnegação
Os dentes começam a cair, a visão e a audição se
tornam mais fracos, os reflexos e a mobilidade passam a sofrer alterações em
razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado
e rins). É a etapa mística ou intuitiva: "O que eu consegui realizar? Como
estou cuidando do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão meus
bens e aposentadoria?"
Dos 63 aos 70 anos: sabedoria
É a ‘fase do mestre’. A criança tem em volta de si
uma aura e luz, pois ainda não está totalmente encarnada. Nessa fase no 10º
setênio, essa aura está interiorizada e luminosa por dentro, desde que a pessoa
não esteja doente. Se tiver respeitado o ritmo de cada fase, sua luz interior
também brilhará.
segunda-feira, 14 de março de 2016
Dia especial... Todos pelo Brasil!!!
Dia especial... Todos
pelo Brasil!!!
(13/03/2016)
(13/03/2016)
Um País
de com tanta diversidade cultural, racial, religiosa e
tão cheio de possibilidades!
O que eu quero e acredito que todos nós queremos
para a nossa nação?
Desejo
que todas as possibilidades sejam exploradas e conquistadas!!!
Que seja um País de conquistas, realizações... mas acima de tudo com dirigentes
Que seja um País de conquistas, realizações... mas acima de tudo com dirigentes
dignos de reconhecimento, pela sua honra e
honestidade e que assim possam nos representar com orgulho. Que trabalhem para o
crescimento econômico nacional e para a melhoria social de toda a população do país em todos os segmentos, para que este povo tão rico de esperança e cheio de vontade consiga ver um amanhã melhor para os seus!
Vivemos
em um País
maravilhoso, somos um povo maravilhoso, resiliente e obstinado... merecemos o
melhor!
Precisamos buscar o melhor!
Afinal, somos BRASILEIROS, não desistimos NUNCA!
Lilian.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
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